A campanha de Telemetria é um subprograma de Projeto de Monitoramento de Cetáceos da Bacia de Santos (PMC-BS). Seu objetivo é realizar a implantação de transmissores satelitais e DTAGs para obtenção de dados de deslocamento, padrões comportamentais e de uso de habitat das espécies de cetáceos, assim como coleta de biópsias (pele e gordura) para análises de genética, biomarcadores e contaminantes.

As rotas das campanhas abrangem toda a Bacia de Santos (de Florianópolis/SC a Arraial do Cabo/RJ), contemplando tanto águas rasas (até 200 metros) como águas profundas (até 2.000 metros). A implantação dos transmissores considera alguns critérios importantes na decisão pela tentativa ou não de marcação, avaliando condições meteorológicas, espécie, tamanho do indivíduo, presença de filhote e comportamento do animal.

Os DTAGs são transmissores não invasivos. Eles são acoplados ao animal por quatro ventosas de silicone usando uma vara de fibra de carbono ou arma de ar comprimido. Os DTAGs coletam informações de direção magnética (via magnetômetro), inclinação em todos os eixos (via acelerômetros) e sons (via hidrofones) dos animais. Os dados dependem da recuperação do transmissor, que é feita por meio de um sistema de radiotelemetria VHF para ser resgatado após se desprender do animal.

As biópsias são coletadas utilizando balestras e dardos com ponteiras especialmente desenvolvidos para amostragem em cetáceos. O material coletado é armazenado em nitrogênio líquido para posterior análise de genética, contaminantes e biomarcadores. O PMC-BS é um condicionante do licenciamento ambiental, conduzido pelo IBAMA, para a produção e escoamento de petróleo e gás natural pela Petrobras no Polo Pré-sal da Bacia de Santos.

3ª Campanha Projeto de Monitoramento de Cetáceos

A campanha de Telemetria é um subprograma de Projeto de Monitoramento de Cetáceos da Bacia de Santos (PMC-BS). Seu objetivo é realizar a implantação de transmissores satelitais e DTAGs para obtenção de dados de deslocamento, padrões comportamentais e de uso de habitat das espécies de cetáceos, assim como coleta de biópsias (pele e gordura) para análises de genética, biomarcadores e contaminantes.

As rotas das campanhas abrangem toda a Bacia de Santos (de Florianópolis/SC a Arraial do Cabo/RJ), contemplando tanto águas rasas (até 200 metros) como águas profundas (até 2.000 metros).

A implantação dos transmissores considera alguns critérios importantes na decisão pela tentativa ou não de marcação, avaliando condições meteorológicas, espécie, tamanho do indivíduo, presença de filhote e comportamento do animal.

Os DTAGs são transmissores não invasivos. Eles são acoplados ao animal por quatro ventosas de silicone usando uma vara de fibra de carbono ou arma de ar comprimido. Os DTAGs coletam informações de direção magnética (via magnetômetro), inclinação em todos os eixos (via acelerômetros) e sons (via hidrofones) dos animais. Os dados dependem da recuperação do transmissor, que é feita por meio de um sistema de radiotelemetria VHF para ser resgatado após se desprender do animal.

As biópsias são coletadas utilizando balestras e dardos com ponteiras especialmente desenvolvidos para amostragem em cetáceos. O material coletado é armazenado em nitrogênio líquido para posterior análise de genética, contaminantes e biomarcadores.

O PMC-BS é um condicionante do licenciamento ambiental, conduzido pelo IBAMA, para a produção e escoamento de petróleo e gás natural pela Petrobras no Polo Pré-sal da Bacia de Santos.

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Posted by Socioambiental Consultores Associados on Friday, May 5, 2017

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