Você está andando pela mata quando de repente escuta o barulho de um chocalho. Ou você está em casa e resolve acender a lareira e quando vai pegar a madeira sente uma picada leve de uma aranha pequena. Este dois exemplos representam casos sérios de risco à sua saúde. Isso porque, estamos falando de uma cascavel e de uma aranha marrom. Apesar da diversidade de animais peçonhentos, existem alguns cuidados que podem te ajudar a sobreviver em situações de emergência (que nem são tão raras assim).

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Se estivesse vivo, certamente Fritz Plaumann, o lituano que se mudou para Santa Catarina em 1924 e durante 70 anos de estudo em botânica e entomologia descobriu 1500 espécies de insetos, estaria orgulhoso em saber que um Parque Estadual foi batizado com seu nome. E mais orgulhoso ainda em saber que é uma referência nacional em gestão compartilhada entre o órgão ambiental e um grupo formado pela própria população local. Estamos falando do Parque Estadual Fritz Plaumann em Concórdia, SC, gerido entre o IMA (Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina) e a ECOPEF (Equipe Co-Gestora do Parque Estadual Fritz Plaumann), uma OSCIP (Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2007 com a finalidade de participar dos cuidados e administração do Parque. Nesses 12 anos de existência, conquistou premiações concedidas pelo Ministério do Turismo, a Câmara de Comércio Americana e do próprio IMA, por exemplo. Leia mais

A busca pelos melhores resultados no menor tempo muitas vezes fazem do nosso trabalho um potencial risco à vida e ao ambiente que estamos. O sistema SMS (Segurança, Saúde e Meio-Ambiente) é justamente uma estratégia para conscientizar quais são as verdadeiras prioridades durante nossa rotina profissional e, porque não, pessoal. 

É normal pensar que um trabalho efetivo tem a ver exclusivamente com a rapidez com que se alcança os objetivos, mesmo que isso signifique, por exemplo, ultrapassar o limite de velocidade na estrada. 

O SMS, se visto superficialmente, pode ser considerado mero protocolo de segurança. Porém, se levado a sério, é fácil perceber a quantidade de conhecimentos intrínsecos que podem ser aplicados no nosso dia a dia e resultam numa vida mais sustentável, tanto para o nosso corpo como para o ambiente. Leia mais

Na comunidade Barriguda Brasília, no interior da Bahia, a 440 km de Salvador, a coleta de lixo passou a fazer parte da vida da população após uma mobilização organizada pelos próprios moradores. A prefeitura de Umburanas, município onde Barriguda Brasília está inserida, se responsabilizou por realizar o recolhimento do lixo.  Essa conquista teve apoio da ENGIE e Socioambiental por meio do Programa de Educação Ambiental do Complexo Eólico Umburanas e sua Linha de Transmissão Associada, empreendimento da Engie Energia. Leia mais

O rio Teles Pires é extenso, nasce no Cerrado e deságua na Amazônia, no mesmo ponto que o Juruena, onde, juntos formam o rio Tapajós. São 1432 km de comprimento, que, ao longo do ano, variam entre água escura na cheia e cristalina na seca. Para a pesca esportiva, não faz diferença, é sempre bom. O local é conhecido pela fartura e diversidade de peixes grandes. Leia mais

A equipe da Socioambiental descobriu na pele porque o Exército brasileiro precisou de quatro expedições para derrotar os sertanejos liderados por Antônio Conselheiro na Guerra de Canudos. A geografia da região é um desafio para qualquer forasteiro. O sertão baiano é marcado pela escassez e distribuição irregular de chuva, que causam secas prolongadas, como descreve com precisão Euclides da Cunha em seu livro “Os Sertões”, que narra o conflito do início do século passado. Os técnicos da Socioambiental, na busca por nascentes de rios, primeiramente recorreram ao uso  de equipamentos modernos como drones e GPS. Porém, somente com o apoio de um guia local foi possível explorar a região de Umburanas (localidade a aproximadamente 300 km de Canudos) e realizar o Monitoramento da Qualidade de Água, atendendo o Plano Básico Ambiental (PBA) do Complexo Eólico de Umburanas, empreendimento da Engie Energia. Leia mais


É uma relação que já tem história para contar. Nessas mais de duas décadas trabalhando juntos, a Socioambiental foi a responsável em 1996 pelo estudo ambiental da estrutura existente, também a autora dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) do Eco-resort Ilha de Porto Belo e do detalhamento dos planos e programas que compõem o Plano Básico Ambiental (PBA).

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A equipe da Socioambiental decolou terça-feira (12/02) para dar início à oitava Campanha de Avistagem Aérea do Projeto de Monitoramento de Cetáceos na Bacia de Santos (PMC-BS). Nos próximos dias, cinco pesquisadores estarão sobrevoando a Bacia de Santos observando e fazendo o registo fotográfico de baleias e golfinhos avistados. O objetivo é a coleta de dados para atender os objetivos do Projeto, de registro de espécies, abundância e época de ocorrência, atendendo assim às exigências do IBAMA para a exploração de petróleo pela Petrobras na região do pré sal na Bacia de Santos.

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Os resultados obtidos no terceiro ano de monitoramento de cetáceos na Bacia de Santos foram expostos a representantes dos órgãos envolvidos no projeto na Reunião de Análise Crítica (RAC). O evento ocorreu no Rio de Janeiro na quinta-feira da semana passada (13/12). Estavam presentes encarregados do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) , ICMBIO (Instituto Chico Mendes de Biodiversidade), ICMBIO/CMA (Centro Mamífero Aquático), INEA (Gerência de Fauna), pesquisadores do projeto, convidados externos e representantes da Petrobras, a contratante do projeto.

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Na semana de 05 a 09/11/2018, a Socioambiental participou do XII Congreso de la Sociedad Latinoamericana de Especialistas en Mamíferos Acuáticos (SOLAMAC) (solamac.org), em Lima no Peru, e teve a oportunidade de apresentar parte dos avanços e possibilidades de descobertas que o PMC-BS (Projeto de Monitoramento de Cetáceos – baleias e golfinhos – na Bacia de Santos) está conquistando.

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