O rio Teles Pires é extenso, nasce no Cerrado e deságua na Amazônia, no mesmo ponto que o Juruena, onde, juntos formam o rio Tapajós. São 1432 km de comprimento, que, ao longo do ano, variam entre água escura na cheia e cristalina na seca. Para a pesca esportiva, não faz diferença, é sempre bom. O local é conhecido pela fartura e diversidade de peixes grandes.

A foto foi feita em uma balsa e mostra o reservatório da Hidrelétrica Teles Pires

No trecho em que o rio divide o estado do Mato Grosso do Pará, a Socioambiental iniciou um trabalho de monitoramento de águas subterrâneas, em atendimento a Licença de Operação referente a Hidrelétrica Teles Pires. A Usina está localizada nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT), no ladinho do “chapéu do Mato Grosso”

A UHE Teles Pires teve seu Estudo de Viabilidade registrado na Aneel em junho de 2009. Sua capacidade instalada é de 1820 Megawatts, o que significa energia suficiente para abastecer uma população de 5 milhões de habitantes. Em 2011, foi considerada a Usina com a menor tarifa de geração de energia do país, R$ 58,35 por MW/h.

O monitoramento de águas subterrâneas é muito importante para avaliar a dinâmica dos reservatórios. De modo geral, a formação de lagos artificiais pode interferir na dinâmica das águas subterrâneas, por exemplo. Assim, o monitoramento tem objetivo de avaliar o nível freático do aquífero livre, para estudar as variações na borda do reservatório e a jusante, antes, durante e depois do enchimento.

A Socioambiental iniciou os trabalhos em maio deste ano. Ao longo de todo o estudo, serão realizadas mais 11 campanhas mensais de monitoramento.

Nesta foto e na anterior, equipe da Socioambiental realizando o monitoramento

 

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